Sistema de identificação de carros por chip vai começar a operar!
publicado em
17/10/2007
Preços de Notebook
O sistema
RFID (Radio
Frequency
Identification)
será
implantando
em todos os
carros do
Brasil a
partir de
2008.
O
Sistema
Nacional de
Identificação
Veicular (Siniav)
foi criado a
partir da
Resolução
212, do
Conselho
Nacional de
Trânsito (Contran),
e
oficializado
no dia 13 de
novembro do
ano passado.
A lei
determina
que até 2011
todos os
carros da
frota
nacional
estejam com
a
identificação
eletrônica.
Pioneirismo
do Brasil
O Brasil é
pioneiro na
implantação
maciça e
obrigatória
desse
sistema. São
Paulo será o
primeiro
Estado a
adotá-lo. O
sistema é
composto por
uma pequena
placa
eletrônica
(onde está o
minúsculo
chip)
instalada no
vidro
dianteiro do
veículo e em
outro local
nas
motocicletas.
Primeiro
em São Paulo
Antenas
espalhadas
pela cidade
de São Paulo
(2.500) irão
identificar
o código do
veículo.
Todos os
veículos
paulistas
com
licenciamento
em dia devem
ser
identificados
até maio de
2009. O chip
irá conter o
código do
Renavam,
placa e
números do
chassi.
Os
motoristas
paulistas
não terão
que pagar
pelo chip, e
a tendência
é que a
instalação
em todo país
também seja
gratuita,
apesar da
resolução do
Contran não
determinar
quem paga a
conta.
Mais
controle e
segurança
Os
carros
roubados,
que estão
com impostos
atrasados,
com multas e
problemas no
licenciamento
serão
identificados.
A medida
será uma
ferramenta
de segurança
e controle
dos
motoristas e
dará mais
condições ao
planejamento
do tráfego.
O sistema
irá fornecer
informações
para o banco
de dados
nacional
sobre
veículos
irregulares
e roubados.
Obrigatoriedade
O uso do
chip será
obrigatório
em todo o
território
nacional,
variando
somente os
prazos de
estado para
estado. O
sistema será
instalado em
todo país a
partir de
maio de 2008
e finalizado
em novembro
de 2011.
Quem não
regularizar
seu veículo
até a data
que os
Detrans
estaduais
estipularem,
será multado
em infração
grave de R$
126,69, mais
5 pontos na
CNH e
retenção do
veículo para
regularização.
Veículos
novos
receberão os
chips no
licenciamento.
Violação
do sistema
Segundo
a resolução,
o chip
deverá ser
fixado de
maneira que
seja
inutilizado
quando
alguém
tentar
removê-lo.
Os sistemas
em cada
estado podem
ser
diferentes,
mas irão
obedecer a
um mesmo
protocolo de
comunicação.
Um terço da
memória do
chip será
destinado à
iniciativa
privada.
Através de
convênios
com os
Detrans, as
empresas
poderão
fornecer
serviços,
como
pagamento de
pedágios e
rastreamento
de veículos.
Esta
tecnologia
já funciona
através do
sistema de
cobrança
“Sem Parar”,
das rodovias
pedagiadas
do estado de
São Paulo.
Polêmica
A
clonagem das
etiquetas
eletrônicas
é uma
preocupação
dos
motoristas.
A
possibilidade
de clonagem
existe, mas
é muito
difícil
porque a
transmissão
de dados é
criptografada.
Outra
questão que
existe, é a
possibilidade
de ladrões
conseguirem
retirar o
chip do
pára-brisa
sem
inutilizá-lo
ou remover o
pára-brisa e
colocá-lo em
outro
veículo.
Estas
preocupações
poderão ter
fundamento
ou não, só
depois que o
sistema
estiver
funcionando
regularmente.
Vale dizer
que a
tecnologia
RFID não é
nova, e que
em todo o
mundo
existem
aplicações
diferentes
para ela,
como na
logística,
por exemplo.
Texto:
Gisele
Galvão, da
Equipe
MotorClube
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