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Série
especial do
Mégane
versus
F1 guiado
por Fernando
Alonso
publicado em 17/05/2006
Um foi
projetado
para o uso
nas ruas, o
outro tem
como
objetivo as
corridas.
Mas ambos
são frutos
da mesma
paixão pela
tecnologia e
a
esportividade.
Atual
detentora
dos títulos
dos
Campeonatos
Mundiais de
Pilotos e de
Construtores
da Fórmula
1, a Renault
surpreendeu
seus fãs ao
apresentar
recentemente
uma série
especial do
Mégane,
batizada com
o nome da
equipe
Renault F1
Team, que é
inspirada no
bólido que
ajudou a
marca a
tornar-se a
atual
referência
em termos de
desempenho,
tecnologia e
durabilidade
da principal
categoria do
automobilismo
mundial.
O Mégane
Renault F1
Team e o
modelo R26,
utilizado
este ano
pelos
pilotos
Fernando
Alonso e
Giancarlo
Fisichella,
possuem
muitos
pontos em
comum. Ambos
almejam
prazer de
dirigir,
alto
desempenho e
confiabilidade.
A Renault
não
comercializará
o Mégane
Renault F1
Team por
aqui, mas os
brasileiros
poderão
conhecer o
carro de
perto nas
etapas da
Fórmula
Renault,
Copa Clio e
Copa Super
Clio da
temporada
2006. A
empresa
importou
duas
unidades da
França, que
estão sendo
utilizadas
como “Pace
Car” em
todas as
etapas
destas
competições.
A série
especial
Mégane
Renault F1
Team e o
modelo R26
de Fórmula 1
são
resultados
da busca
pela
excelência
tecnológica.
O modelo de
rua foi
projetado
para ser
dirigido
pelo cidadão
comum em
vias de
tráfego
diário e sob
qualquer
condição
climática.
Já o carro
de Fórmula 1
é
desenvolvido
com as mais
modernas
tecnologia
visando
desempenho.
Ainda assim,
estas duas
máquinas
possuem
muitos
pontos em
comum.
Para ir ao
trabalho
todos os
dias não é
preciso
dominar uma
fera com
mais de 700
cv de
potência
como o
Renault R26
de Fórmula
1. Basta
contar com o
motor do
Mégane
Renault F1
Team, que
oferece a
sensação de
esportividade
na medida
certa em
qualquer
situação.
Equipado com
um propulsor
capaz de
desenvolver
225 cv, este
modelo roda
com
suavidade,
porém com
respostas
rápidas e
vigorosas
quando o
motorista
exige mais
do
acelerador.
Rodar com
suavidade é
o resultado
de um
conjunto de
suspensão
bem
resolvido. E
isso, esta
série
limitada do
Mégane
possui:
utilizando
uma
suspensão
dianteira
tipo
McPherson,
este Renault
foi
projetado
para superar
qualquer
irregularidade
do piso,
transferindo
os menores
níveis de
movimentação
para a
carroceria.
Além disso,
exatamente
como no caso
do Fórmula
1, a
suspensão
tem como
objetivo
maximizar as
condições de
aderência
dos pneus.
Já no caso
do bólido de
F1, no qual
a precisão
no contorno
de curvas é
mais
crítica, a
solução
encontrada
pela
engenharia
são os
braços
triangulares
duplos – os
famosos
“triângulos
de
suspensão”,
como são
popularmente
conhecidos.
A grande
diferença é
que este
conjunto não
prioriza o
conforto, já
que os
pilotos
passam no
máximo duas
horas
seguidas ao
volante e
seu objetivo
é andar
sempre no
limite,
mesmo que
isso seja
bem mais
cansativo do
que em um
carro de rua
– daí a
necessidade
de um
preparo
físico
especial, ao
contrário do
que ocorre
com os
motoristas
do Mégane,
cuja
ergonomia
interna foi
pensada para
minimizar o
desgaste
gerado pela
repetição de
movimentos
inerentes ao
ato de
dirigir um
automóvel no
trânsito
engarrafado.
A
aerodinâmica
dos dois
carros
também
possui
pontos em
comum. O
objetivo das
entradas e
saídas de ar
do Mégane
Renault F1
Team e as
localizadas
nos sidepods
(caixas
laterais
onde estão
situados
diversos
dispositivos
do F1, como
os
radiadores)
do modelo
R26 é o
mesmo:
retirar o ar
quente do
compartimento
do motor.
Outro bom
exemplo são
os
difusores:
tanto na
série
especial do
Mégane
quanto no F1
seu objetivo
é gerar
downforce
(força
aerodinâmica
que empurra
o carro
contra o
solo),
melhorando a
estabilidade
de ambos os
veículos
Dotado de
câmbio de
seis
marchas, a
série
limitada
Mégane
Renault F1
Team atinge
notáveis 236
km/h de
velocidade
final e vai
de 0 a 100
km/h em
meros 6,5
segundos.
Já o R26 tem
sete marchas
e chega a
350 km/h.
Mas o que
impressiona
mesmo é seu
0 a 100
km/h: apenas
2,5 segundos
– para ter
uma idéia do
que é isso,
feche os
olhos, conte
até dois e
se imagine
imediatamente
a 100 km/h.
Além de
possuírem
várias
características
semelhantes,
o Mégane
Renault F1
Team e o
Renault R26
de Fórmula 1
também são
líderes em
seus
segmentos de
atuação: o
primeiro, em
tecnologia e
qualidade em
seu nicho de
mercado e o
segundo, no
Mundial de
Fórmula 1.
Mas eles
possuem pelo
uma grande
diferença
fundamental:
quando foram
projetados,
seus
engenheiros
visavam
objetivos
completamente
diferentes.
O carro de
Fórmula 1
foi
fabricado
para atender
a apenas
dois
“clientes” –
os pilotos
Giancarlo
Fisichella e
Fernando
Alonso –,
enquanto o
Mégane tem
como
objetivo ser
um veículo
perfeito
para uso
cotidiano de
qualquer
pessoa,
oferecendo
ainda uma
boa pitada
de
esportividade.
Justamente
por terem
objetivos
diferentes,
os dois
carros
também
oferecem
resultados
completamente
distintos em
vários
quesitos. O
motor dos
Renault de
produção,
por exemplo,
são
projetados
para
funcionar
indefinidamente
por alguns
milhares de
quilômetros.
Já o
regulamento
da F1
estipula que
cada motor
tem que
resistir a
apenas dois
finais de
semana de
corrida, ou
uma
distância
próxima de
1.200
quilômetros.
Por isso,
seguindo a
mesma
filosofia de
desenvolvimento
e
fabricação,
o Renault de
F1 e a série
limitada
Mégane
Renault F1
Team são
dois
campeões
distintos:
caso você
fosse piloto
de
competição,
com certeza
gostaria de
ter
disponível o
desempenho
do R26, como
provam os
dois títulos
conquistados
em 2005 e o
início da
temporada
2006 da F1.
Mas, para o
dia-a-dia na
cidade ou na
estrada, o
Mégane seria
a melhor
opção. Veja
mais
detalhes a
seguir:
Suspensão
dianteira
A
precisão na
condução do
carro é
fundamental
para pilotos
de Fórmula 1
altamente
treinados e
que andam
sempre no
limite, como
é o caso de
Fernando
Alonso e de
Giancarlo
Fisichella.
Errar o
ponto exato
no vértice
da curva –
mesmo que
por um
centímetro –
é uma falha
imperdoável.
Por isso, a
equipe
Renault
dedica muita
pesquisa na
busca das
melhores
soluções
para sua já
consagrada
configuração
da suspensão
dianteira,
constituída
primordialmente
por braços
triangulares
duplos – os
famosos
“triângulos
de
suspensão”,
como são
popularmente
conhecidos.
Para o
Mégane F1
Team, a
solução de
engenharia
mais
eficiente é
a suspensão
dianteira
tipo “McPherson”,
com ajustes
que visam
superar
qualquer
irregularidade
do piso,
transferindo
os menores
níveis de
movimentação
para a
carroceria.
Além disso,
exatamente
como no caso
do Fórmula
1, a
suspensão
tem como
objetivo
maximizar as
condições de
aderência
dos pneus.
Motor
A
unidade de
quatro
cilindros da
série
especial
Mégane
Renault F1
Team produz
225 cv de
potência e
oferece um
desempenho
exemplar
para o uso
cotidiano.
Já o modelo
R26 de
Fórmula 1
conta com o
primeiro
motor V8
normalmente
aspirado
produzido
pela Renault
para a
categoria
máxima do
automobilismo.
Mas há uma
grande
diferença:
enquanto o
motor dos
Renault de
produção são
projetados
para
funcionar
indefinidamente
por milhares
e milhares
de
quilômetros,
o
regulamento
da F1
estipula que
cada motor
tem que
resistir a
dois finais
de semana de
corrida, ou
uma
distância
próxima de
1.200
quilômetros.
Aerodinâmica
O
objetivo das
entradas e
saídas de ar
do Mégane
Renault F1
Team e das
localizadas
nos sidepods
(caixas
laterais
onde estão
os
radiadores)
é o mesmo:
evacuar o ar
quente do
compartimento
do motor,
melhorando a
refrigeração
e o
desempenho.
Difusores
Tanto na
série
limitada do
Mégane
quanto no
Renault R26
de F1, os
difusores
foram
projetados
para gerar
downforce
(força
aerodinâmica
que empurra
o carro
contra o
solo,
melhorando a
estabilidade)
na parte
traseira. No
caso do
veículo de
rua, esta
característica
aerodinâmica
aumenta
consideravelmente
a downforce
e reduz
bastante o
lifting
(levantamento
da
traseira).
Com isso, os
difusores do
Mégane
Renault F1
Team
eliminam a
necessidade
da
instalação
de uma asa –
dispositivo
que aumenta
o arrasto
aerodinâmico
(resistência
do vento e
sua
conseqüente
turbulência)
e também
eleva o
consumo de
combustível,
já que o
motor
precisa de
mais
gasolina
para vencer
esta
resistência
extra.
fonte: Renault
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