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Novo Mégane
Grand Tour:
tecnologia a
serviço da
segurança
publicado em
16/12/2006
O novo
modelo
agrega, de
série,
tecnologia
que jamais
foi usada
pela
indústria
nacional em
carros dessa
categoria,
tais como:
regulador e
limitador de
velocidade,
cartão
eletrônico
que
substitui a
chave e rede
eletrônica
multiplexada.
A família
Mégane
cresce no
Brasil.
Depois do
bem-sucedido
modelo sedã,
que
introduziu
novos
parâmetros
de design,
sofisticação,
segurança e
conteúdo
tecnológico,
a Renault do
Brasil
apresenta o
Renault
Mégane Grand
Tour, uma
station
wagon que
anteriormente
era
produzida
apenas na
Espanha. O
modelo que
já está em
produção no
Complexo
Ayrton
Senna, em
São José dos
Pinhais
(PR), estará
à venda a
partir do
final de
novembro.
O modelo é
parte
integrante
de uma
família que
conta com
oito modelos
diferentes
de veículos
construídos
sobre uma
mesma
plataforma:
Mégane
Sedan,
Mégane Hatch
2 e 4
portas,
Mégane Coupé
Cabriolet,
Mégane Grand
Tour, Mégane
Renault
Sport,
Scénic e
Grand Scénic.
Esta
plataforma
conta com
duas
diferentes
medidas de
entre-eixos
em função da
conformação
da
carroceria
do veículo:
mais curta
para os
Hatch (2.635
mm) e mais
longa (2.690
mm) para as
demais
versões. Ou
seja, todos
os modelos
já estavam
previstos
desde a
concepção
desta
plataforma –
nenhum deles
foi
projetado
posteriormente
ou é uma
simples
transformação
de um modelo
já
existente.
No mercado
brasileiro o
Renault
Mégane Grand
Tour veio
para ocupar
espaço de
destaque em
um segmento
que cresce a
cada dia e
que conta
com um
reduzido
número de
concorrentes,
o das
station
wagon. A
exemplo do
que acontece
com a versão
sedã, o
Brasil será
um pólo
exportador
do Grand
Tour para o
Mercosul ―
Argentina,
Paraguai,
Uruguai ―,
além de
Chile, Peru,
Bolívia,
Venezuela e
Colômbia e
países da
América
Central.
Eventualmente,
o veículo
poderá ser
exportado
também para
o México,
mercado que
já recebe o
modelo sedã
da Europa. O
Renault
Mégane Grand
Tour tem
vendas
previstas de
5 mil
unidades
anuais para
o mercado
interno, a
partir de
2007, e um
volume de 2
mil carros
destinado às
exportações.
Será,
inicialmente,
produzido na
versão topo
de linha da
marca, a
Dynamique,
com duas
opções de
motorização:
1.6 16V
Hi-Flex (bicombustível
com caixa de
câmbio
manual de 5
velocidades)
e 2.0 16V, a
gasolina. A
exemplo do
modelo sedã,
o Mégane
Grand Tour
2.0 16V
contará com
duas opções
de câmbio:
manual de
seis marchas
ou do tipo
automática /
seqüencial,
batizada de
Proactive.
As linhas
externas do
Renault
Mégane Grand
Tour são
modernas,
arrojadas,
com pureza
de estilo
das mais
convincentes
e
agradáveis.
A parte
frontal é
idêntica à
do modelo
sedã, com os
faróis
formando um
conjunto
harmônico
com os
pára-lamas,
grade e o
capô. A
grande área
envidraçada
possibilita
um alto
nível de
luminosidade
interna do
habitáculo,
além estar
em harmonia
com o
desenho do
veículo, já
que os
vidros
laterais
parecem
afilar-se da
dianteira
para a
traseira,
contribuindo
para
sensação de
leveza e
movimento do
design do
Mégane Grand
Tour.
Já na
traseira, o
destaque
fica para as
linhas
limpas,
fluidas e
extremamente
bem
concebidas.
As lanternas
traseiras,
com desenho
moderno,
percorrem
toda a
altura da
lateral do
veículo,
prolongando-se
quase até o
teto. Além
disso, esse
conjunto
harmoniza-se
com o vidro
traseiro,
graças ao
seu desenho,
que mistura
linhas retas
com detalhes
curvos, como
a parte
translúcida
em que
acomoda as
luzes de
direção e a
de marcha a
ré.
Essas
características
de desenho
externo,
fazem do
Renault
Mégane Grand
Tour um
modelo
destinado ao
uso
familiar,
porém com
contornos
modernos e
ousados que
exprimem
robustez e
esportividade,
qualidades
bastante
valorizadas
pelos
clientes
desse
importante
segmento.
Com relação
aos demais
modelos
existentes
no mercado o
Grand Tour
está bem à
frente. Tem
concepção
mais
avançada,
aparência
mais
moderna,
conforto
interno e
dinâmico
superior e
um trabalho
excepcional
de forração
térmica e
acústica.
Suas
dimensões
imponentes
dão a
impressão de
se tratar de
um veículo
de segmento
superior: é
uma station
wagon que
expressa
segurança,
robustez e
status.
O Renault
Mégane Grand
Tour tem
aproximadamente
80% das suas
peças em
comum com o
modelo sedã.
Há pequenas
diferenças
de
carroceria,
como na
parte
superior das
portas do
Grand Tour,
por exemplo,
que possui
uma moldura
diferenciada
para poder
se acomodar
à nova
conformação
do teto.
Além disso,
outros
componentes
como tampa
do
porta-malas,
lanternas
traseiras,
chapas
laterais da
carroceria e
outros
pequenos
itens,
também são
diferentes
em relação
ao sedã.
Tecnologia
exclusiva em
automóveis
nacionais
O
interior do
Grand Tour
dá ênfase ao
conforto e
ao bem-estar
dos
ocupantes. O
habitáculo é
espaçoso e
aconchegante,
à semelhança
do modelo
sedã. O
Renault
Mégane Grand
Tour é
também o
segundo
automóvel
produzido no
Brasil ― o
primeiro foi
o Renault
Mégane Sedan
― a contar
com o
exclusivo
sistema de
ignição
ativado por
meio de um
cartão
eletrônico,
dispensando
a chave de
contato. Com
dimensões
semelhantes
às de um
cartão de
crédito, o
dispositivo
não faz
volume no
bolso e é de
fácil
manuseio.
Dotado de
sistema de
código
evolutivo
com um
bilhão de
combinações,
ele reduz
rigorosamente
o risco de
roubos e
fraudes ― o
que pode se
traduzir em
economia nos
valores do
seguro do
carro.
Inserido em
um
compartimento
no painel, o
cartão ativa
todos os
circuitos
eletrônicos
do veículo.
O
acionamento
do motor é
feito por
intermédio
de um botão
“start/stop”,
também
localizado
no painel.
Pressionado
uma vez ele
aciona o
motor,
pressionado
novamente o
dispositivo
desliga o
carro. O
cartão
eletrônico
também é
responsável
pela
comodidade
do comando à
distância do
travamento
de portas e
porta-malas.
Adeus às
chaves.
Outro item
relativamente
desconhecido
do público
brasileiro é
o sistema de
arquitetura
multiplexada
do Renault
Mégane Grand
Tour. Esta
tecnologia
envolve um
sistema que
gerencia
sete módulos
e tem
capacidade
para
processar
240 dados
disponíveis
ao mesmo
tempo, desde
o controle
dos freios
ABS, ao
volante de
direção com
assistência
elétrica e o
acionamento
dos vidros.
O
diagnóstico
de eventuais
problemas
durante a
vida útil do
veículo
também pode
ser feito de
forma muito
mais simples
e rápida.
Todo o
histórico do
modelo pode
ser acessado
instantaneamente
por meio de
equipamentos
de
diagnóstico
existentes
nas
concessionárias
Renault.
Para que se
tenha uma
idéia da
funcionalidade
do sistema
multiplexado,
em função da
velocidade
do veículo
ele comanda
infinitamente
a variação
da
consistência
de
esterçamento
da direção,
que tem
assistência
elétrica.
Quanto maior
a velocidade
mais
“pesado”
fica o
volante; e
quanto mais
devagar,
mais “leve”.
Ou seja, a
direção
ajusta sua
resistência
de acordo
com a
velocidade
desenvolvida.
Outro
dispositivo
sob seu
comando são
os airbags
de duplo
estágio de
abertura.
Ele
identifica a
velocidade
em que
ocorreu o
impacto do
veículo,
processa
essa
informação,
e determina
se os
airbags
devem ser
abertos
parcialmente
ou
totalmente,
no seu
segundo
estágio de
funcionamento.
Motores
eficientes.
Câmbios,
mais ainda
O
Renault
Mégane Grand
Tour será
comercializado
com duas
opções de
motor. A
primeira
opção é o
propulsor de
1.6 litro
Hi-Flex de
16V e duplo
comando de
válvulas no
cabeçote ―
bicombustível
―, que
desenvolve
110 cv (com
gasolina) e
115 cv (com
álcool),
sempre a
5.750 rpm. O
câmbio
destinado a
esse modelo
é o manual
de cinco
velocidades.
A segunda
alternativa,
mais voltada
para o
desempenho,
vem com a
motorização
de 2.0
litros,
gasolina,
com potência
de 138 cv a
5.750 rpm,
uma das
maiores do
segmento de
carros
médios. Uma
importante
característica
desse motor,
que tem
comando de
válvulas
variável, é
a presença
de 90% do
torque
máximo ―
19,2 kgfm a
3.750 rpm ―
já à 2.000
rpm. Isso
significa
muita força
em qualquer
regime de
rotações do
motor, o que
torna a
dirigibilidade
do Grand
Tour
extremamente
agradável e
segura, seja
nas
acelerações,
nas
retomadas de
velocidade
ou nas
ultrapassagens.
Grande parte
desse bom
comportamento
é
proveniente
do câmbio de
seis marchas
exclusivo
dessa
versão. Com
carcaça de
alumínio,
todo o
conjunto é
extremamente
leve ― pesa
48 kg. As
cinco
primeiras
marchas
foram
concebidas
para
proporcionar
desempenho
sem
descuidar da
economia. A
sexta,
funciona
como uma
sobremarcha:
mantém o
motor em
baixas
rotações e
colabora
para maior
economia nas
estradas e a
redução dos
níveis de
ruídos
internos do
veículo.
A versão
Grand Tour
2.0 16V
também pode
vir equipada
com a caixa
automática
auto-adaptativa
dotada de
seletor
seqüencial
de marchas.
Chamado de
sistema “Proactive”,
a
transmissão
se adapta à
forma
dirigir
estabelecida
pelo
motorista,
aos
desníveis e
condições de
atrito do
percurso e
ao peso
transportado.
Em função
disso, se
utiliza de
uma das sete
alternativas
diferentes
de passagem
de marcha,
usando a que
melhor se
adaptar
àquela
situação. O
sistema
também pode
ser
comandado
manualmente,
de forma
seqüencial,
quando a
alavanca é
deslocada
para a
esquerda.
Com a
alavanca
movimentada
para frente,
as marchas
são mudadas
de modo
ascendente;
para trás,
descendente.
Em qualquer
modo de
operação, a
marcha
selecionada
aparece
indicada em
um visor no
painel de
instrumentos.
Líder em
segurança
automotiva
A
segurança
dos modelos
da família
Mégane é
outro ponto
de destaque.
Na Europa, o
Mégane Sedan
detém a
pontuação
máxima de
cinco
estrelas na
mais
rigorosa
avaliação
existente no
continente:
o Euro NCAP
― European
New Car
Assessment
Program
(Programa
Europeu de
Avaliação de
Carros
Novos). É
importante
notar que o
Mégane foi o
primeiro
veículo do
seu segmento
a receber
essa
classificação:
anteriormente,
esse era um
privilégio
de modelos
de categoria
superior,
bem mais
caros. No
Brasil, o
Grand Tour
oferece como
itens de
série duplo
airbag de
duplo
estágio de
abertura e
freios
assistidos
por sistema
ABS com EBV
―
Distribuição
Eletrônica
de Frenagem,
entre vários
outros
equipamentos.
A capacidade
de carga da
station
wagon também
é maior. O
Renault
Mégane Grand
Tour pode
transportar
entre 520
litros (até
a altura da
tampa do
porta-malas)
e 1.600
litros (com
o banco
traseiro
rebatido).
Para
facilitar o
transporte
de volumes
com formatos
pouco
usuais, o
encosto do
banco
traseiro
também pode
ser rebatido
nos formatos
1/3 ou 2/3.
A engenharia
da Renault
manteve o
mesmo
conceito
arquitetônico
que se
provou
extremamente
eficiente no
sedã.
Entretanto,
adotou maior
curso na
suspensão
traseira e
maior carga
em molas e
amortecedores.
Com relação
ao modelo
francês, o
Grand Tour
fabricado no
Brasil foi
elevado
cerca de 10
mm, para
encarar com
maior
segurança e
tranqüilidade
as
adversidades
das nossas
ruas e
estradas.
O Renault
Mégane Grand
Tour
Dynamique
vem equipado
de série com
rodas de
liga-leve
com aro 16”
diâmetro e
pneus 205/55
R16. A
frenagem é
um ponto de
destaque no
comportamento
do carro: a
100 km/h, o
Grand Tour
precisa
percorrer
somente 38
metros para
se
imobilizar.
Cartão
com
telecomando
1 -
Com as
dimensões de
um cartão de
crédito,
proporciona
proteção
anti-furto
graças à
presença de
um código de
proteção
evolutivo
que reduz
drasticamente
o risco de
fraudes.
2 -
Com um
simples
apertar de
um botão do
cartão, as
portas e
porta-malas
são travados
ou
destravados.
3 -
Ao se
inserir o
cartão no
leitor do
painel, o
sistema
reconhece
seu código e
libera o
bloqueador
de ignição e
o travamento
eletro-mecânico
da coluna de
direção,
autorizando
o
funcionamento
do motor.
4 -
A partida é
dada ao se
acionar o
botão start/stop
no painel.
5 -
Há ainda a
possibilidade
de abrir, em
separado, o
porta-malas
por meio de
um botão
específico
no cartão
eletrônico.
Câmbio:
um modelo
para cada
necessidade
Manual*, de
cinco
velocidades
•
Eficiência:
sincronização
da 1ª e 2ª
marchas em
cone duplo,
diminuição
do esforço
de passagem
das marchas.
• Acústica:
aumento da
face do
acoplamento
motor /
câmbio.
Manual*, de
seis
velocidades
• Alto
desempenho,
com níveis
de torque
elevados.
Melhora as
retomadas
intermediárias.
•
Esportividade:
pelo número
de marchas e
qualidade
das
passagens.
• Consumo
reduzido e
baixo nível
de ruído,
com
diminuição
da rotação
do motor.
*As caixas
manuais
beneficiam-se
do comando
por cabos.
Oferecem
maior
precisão nas
mudanças de
marchas e
redução de
curso e
esforço.
Automático /
Seqüencial
“Proactive”
• A nova
geração de
caixa
automática
para os
motores 2.0
16V pode ser
operada de
modo
automático
ou
seqüencial.
• Seus sete
programas de
mudanças são
auto-adaptáveis
e asseguram
a utilização
de marchas
sempre
adequadas à
maneira de
dirigir do
motorista.
• A mudança
do modo
automático
para o
seqüencial
pode ser
feita
facilmente a
qualquer
momento.
• A face de
acoplamento
motor/câmbio
foi
aumentada
(no motor
2.0 16V)
para
melhorar o
nível
acústico e
de vibração.
fonte:
Peugeot
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