Novo Ford
Edge mostra
a influência
da moda no
design de
automóveis
publicado em
17/11/2006
Preços de Ford
O Ford Edge,
que está
sendo
lançado no
mercado
norte-americano,
é exemplo de
uma
tendência
que vem
ganhando
força
ultimamente:
a influência
da moda no
design dos
automóveis.
Os designers
automotivos
buscam
inspiração
em um leque
variado de
fontes, mas
a indústria
da moda tem
sido um
campo
especialmente
fértil.
“Como
designer,
você precisa
ter um sexto
sentido para
antecipar o
que vai
acontecer
depois”, diz
Anthony
Prozzi,
designer da
Ford nos
Estados
Unidos, que
não por
acaso
trabalhou
com a
estilista
Donna Karan
antes de se
unir ao time
da
montadora.
“A moda é um
termômetro
maravilhoso,
porque seus
estilistas
são muito
mais
vanguardistas,
podem se
mover mais
rápido.
Enquanto
leva anos
para
desenvolvermos
um carro, um
modista pode
produzir uma
coleção
inteira em
poucas
semanas”.
Segundo ele,
tanto ontem
como hoje as
roupas e os
carros
refletem as
tendências
de cada
época. “Olhe
para os anos
60, por
exemplo. A
década
começou com
cabelos com
corte
‘americano’
e penteados
armados e
logo deram
lugar às
minissaias,
shorts e
botas. Foi
uma era de
contracultura
e
individualismo,
as pessoas
queriam um
carro que
fosse
irreverente
sem ser
decadente. O
Mustang
incorporou
isso de
forma
brilhante.
Como os
shorts e as
botas de
cano alto,
era a
antítese do
certinho e
afetado”,
diz.
No mundo
agitado de
hoje, as
grandes
marcas de
roupas estão
respondendo
à demanda
com alta
moda que
seja
versátil e
acessível,
mesma
receita
utilizada
pela Ford na
produção do
Edge. “Pela
primeira vez
na Ford,
temos um
veículo que
parece
desafiar a
categoria.
Muitas das
fronteiras
sobre o que
é um carro,
um
utilitário
esportivo ou
uma minivan
estão
desaparecendo.
Versatilidade
é a chave e
acredito que
o Edge
oferece isso
com muito
estilo”, diz
Prozzi.
Versatilidade
e economia
Para o
estilista, o
Edge reflete
o
comportamento
da sociedade
atual.
“Hoje, todas
as pessoas
vivem
correndo por
aí feito
loucas. Elas
têm crianças
na escola,
estão
tentando
equilibrar o
trabalho com
a vida
pessoal. A
última coisa
para a qual
elas querem
olhar é algo
desalinhado
e
desorganizado.
As pessoas
querem mais
ordem e
organização
em suas
vidas. Essas
idéias estão
presentes
nas linhas
limpas e no
design
fluido do
Edge”,
explica.
Antes mesmo
do
lançamento –
a primeira
unidade
deixou a
linha de
montagem
este mês – o
Edge já
conta com
mais de
20.000
pedidos de
compra nos
distribuidores
Ford. A
expectativa
é que o
modelo
repita o
sucesso do
Fusion e
impulsione a
virada da
marca no
mercado
norte-americano.
Equipado com
novo motor
V6 de 265 cv
e
transmissão
automática
de seis
velocidades,
ele oferece
alto
desempenho,
silêncio e
consumo
eficiente de
combustível
para o seu
tamanho e
potência, na
faixa de 8,5
km por
litro. O
preço do
carro nos
Estados
Unidos varia
de US$26 mil
a US$30 mil.
Segmento
em alta
O Ford
Edge faz
parte do
segmento que
mais cresce
nos Estados
Unidos. Em
setembro, a
venda de
CUVs (“crossover
utility
vehicles”)
cresceu 9% e
atingiu 1,81
milhão de
unidades. A
previsão é
que por
volta do
final década
os
crossovers
tornem-se o
maior
segmento da
indústria no
país, com
vendas na
casa de três
milhões de
unidades.
Duas
tendências
distintas
têm ajudado
a alavancar
esse
crescimento:
consumidores
de carros
que querem
um interior
mais
espaçoso e
flexível
junto com a
segurança da
tração
total, e
clientes
tradicionais
dos
utilitários
esportivos
que buscam
veículos com
maior
dirigibilidade
e economia
de
combustível.
O Edge
atende os
desejos de
ambos os
consumidores
e a
expectativa
é que
desempenhe
um papel
crucial na
manutenção
dos atuais
clientes e
na conquista
de novos
compradores
para a
marca.
fonte:
Ford
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