Frenagem
brusca sem
ABS pode
destruir seu
kit de
pneus!
publicado em
05/08/2007
Preços de Notebook
Final de
semana de
sol, pista
livre. Seu
carro está
zerado, você
trocou os
pneus ontem,
balanceou,
alinhou...
Pensa na
diferença
que um jogo
de pneus
faz: parece
outro carro!
Enquanto
você
comemora o
bom
investimento
realizado,
surge um
verdadeiro
clichê das
situações de
emergência:
uma bola
quicando,
cruzando a
pista! E
como diz o
ditado
popular,
“atrás de
uma bola lá
está uma
criança
correndo
pela via”,
desesperada
para pegar a
gorduchinha.
Claro que o
ato reflexo
é aquela
estancada no
pedal do
freio!
1
-
Caso seu
carro seja
equipado com
ABS – o
sistema
antibloqueio
dos freios –
é
praticamente
certo que
você evitou
uma
catástrofe
e, e mais
uma vez, fez
um ótimo
investimento:
acionou o
susto o
pedal de
freio, com
toda força,
e as rodas
não
bloquearam.
As cargas e
aumento de
temperatura
pelo
incremento
de atrito
exercidos
sobre os
pneus foram
divididas
por toda a
banda de
rodagem,
conseguindo
frear ou
desviar sem
nenhum
problema. Ao
se refazer
do susto,
continuou
sua
curtição.
2
- Mas
se os freios
de seu carro
são
convencionais,
como a
esmagadora
maioria de
nossa frota,
mesmo que
você tenha
evitado um
atropelamento
ou colisão
com o
travamento
das rodas,
pelo menos o
par
dianteiro de
pneus
zerados
estará
comprometido
para sempre.
Um único
bloqueio
pode
provocar
danos
irreparáveis
aos pneus
É isso
mesmo, um
único
bloqueio,
mesmo
pequeno, é
que o
arrasto do
pneu com o
solo provoca
a óbvia
perda de
material na
banda de
rodagem e
também
grande
aumento de
temperatura
na área
apoiada.
Dependendo
da
velocidade,
a
temperatura
atingida
pode ser
superior à d
vulcanização
da borracha
(mais de
110º C).
isso cria
uma
deformação
na banda,
espécie de
calo.
Tecnicamente
pneu está em
uma condição
chamada de
“não
conformidade”,
ele,
literalmente,
não é mais
redondo!
Após o
travamento,
ao rodar
novamente,
você já ouve
uma batida
ritmada,
normalmente
acompanhada
por um
movimento no
volante.
“Muitos
acham que
depois de
alguns
quilômetros
este dano
sumirá, que
resto da
banda vai se
desgastar
até chagar
na mesma
altura da
região de
não
conformidade.
Isto é um
erro: a
banda
inteira se
desgasta e
aquele mesmo
ponto
continuará
em contato
com o solo.
Nas
extremidades
deste
‘calo’, o
desgaste
será mais
acentuado.
Esta batida
na entrada e
saída da
zona afetada
são zonas de
impacto”,
explica o
piloto de
testes da
Pirelle,
César
Urnhani.
Texto:
Revista
Street
Pirelli,
adaptado por Gisele Galvao, da
Equipe
MotorClube
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