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Fique por
dentro da
blindagem de
carros!
publicado em
20/10/2009
A Associação
Brasileira de
Blindagem, a
Abrablin,
contabilizou no
primeiro
semestre desse
ano, 3147
veículos com
blindagem. Em
2008 foram quase
sete mil carros
que receberam a
proteção. O
especialista
Fabio Viscadi,
da Tecpro
Blindagens,
falou sobre esse
tipo de proteção
e esclareceu:
1- Somente
veículos com
potência
superior a 90HP
podem ser
blindados.
Veículos 1.0 não
devem ser
blindados por
causa do peso da
blindagem que
vai reduzir
ainda mais o
desempenho do
carro.
2- A
blindagem passa
pelos seguintes
processos: O
carro passa por
uma vistoria
para verificar
funcionalidade
dos sistemas em
geral e recebe
uma proteção
externa.
Algumas peças
específicas são
desmontadas para
que a parte da
lataria receba
painéis
balísticos, fios
e tecidos Twaron®
vulcanizados a
base de Neopreme
em nove camadas
que possuem
resistência
balística.
Os painéis
balísticos são
instalados no
teto integral,
portas, painel
inferior (altura
dos pedais),
caixas de rodas,
pára-lamas
dianteiros e
painel
corta-fogo. Aço
inox de 3mm é
colocado nas
colunas, no
encosto do banco
e tampão
traseiro,
fechaduras e
retrovisores das
portas, em toda
a borda do pára
brisa, vigia,
portas e vidros
fixos. Esse
processo é
chamado de "overlap"
- bloqueia
qualquer ponto
de
vulnerabilidade.
Os vidros -
janelas e
pára-brisas -
são substituídos
por outros com
espessura de 21
mm que obedecem
às normas NIJ
0108.01 que
envolve todo o
veículo com a
proteção.
3- A
blindagem demora
perto de 30 dias
para ser
concluída.
4- O nível de
blindagem mais
recomendável é o
III-A, que
protege até
contra cinco
disparos de
Magnum 44.
5- Para
blindar um carro
é necessário
apresentar
documentos
específicos,
como atestado de
antecedentes
criminais e
documento de
licença
obrigatório do
Exército
Brasileiro.
6- O
proprietário do
carro a ser
blindado deve
verificar se a
empresa
blindadora é
legalizada
junto ao
Exército
Brasileiro, na
Polícia Civil e
na Associação
Brasileira de
Blindagem (Abrablin).
Deve desconfiar
de propostas que
oferecem muito
por um preço
muito baixo.
Isso pode
comprometer a
segurança.
Fonte:
EX-LIBRIS
COMUNICAÇÃO
INTEGRADA e
Fábio Viscardi,
diretor da
Tecpro
Blindagens
Texto:
Equipe
MotorClube |