Dicas
para quem
possui ou
pensa em
adquirir um
modelo
bicombustível
publicado em
25/09/2006
Preços de Equipamentos Eletrônicos
Os carros
bicombustíveis
já
representam
mais da
metade dos
veículos
novos
vendidos no
País, mas
muitos
consumidores
ainda têm
dúvidas
sobre a
confiabilidade,
o consumo, o
funcionamento
e a
manutenção
dos motores
flex. Para
fugir dos
constantes
aumentos da
gasolina,
muitos
consumidores
estão
recorrendo
aos veículos
bicombustíveis
com a opção
de utilizar
também o
álcool, mais
barato.
Com o
objetivo de
sanar
dúvidas,
seguem dicas
para quem
possui (ou
pensa em
adquirir) um
modelo
bicombustível:
1
-
Consumo
Visto
que o litro
do álcool
custa até
70% do preço
do litro de
gasolina,
sai mais
barato
abastecer
com álcool.
Apesar do
aumento na
taxa de
compressão
com relação
a um motor
movido a
gasolina, o
que define o
consumo é a
quantidade
de
combustível
injetada na
câmara de
combustão.
2
-
Durabilidade
Os motores
bicombustíveis
têm a mesma
durabilidade
dos motores
convencionais.
As peças são
tratadas
para a
situação de
funcionamento
mais dura,
ou seja, o
carro
rodando
apenas com
álcool no
tanque. Um
dos
principais
problemas
gerados pelo
uso do
álcool
antigamente
era a
corrosão,
mas já foi
solucionada.
3
-
"Cobaia"
Muitos
motoristas
temem que,
por ser uma
tecnologia
nova, os
motores flex
possam
apresentar
problemas de
funcionamento
no futuro,
pela
tecnologia
não estar
completamente
desenvolvida.
Não há
motivos para
tal receio.
Antes do
lançamento
comercial,
os primeiros
sistemas
bicombustíveis
passaram
cerca de
três anos em
desenvolvimento
para estarem
prontos para
comercialização.
Especialistas
alertam que
a maior
ameaça à
durabilidade
dos motores
atuais é o
combustível
adulterado.
4
-
Potência
O álcool tem
menor poder
calórico do
que a
gasolina - é
necessária
uma maior
quantidade
de
combustível
para fazer o
motor
funcionar, o
que explica
o aumento do
consumo.
5
-
Manutenção
Não há
motivos para
que a
manutenção
dos carros
flex seja
mais cara do
que a dos
motores
convencionais.
O único
componente
mais caro do
que de um
motor
convencional
é a central
eletrônica,
mais
sofisticada.
As outras
peças são
equivalentes
às usadas em
um motor a
álcool
convencional.
6
-
Qualificação
Para um
mecânico
certificado
ASE,
Automotive
Service
Excellence
(Excelência
do Serviço
Automotivo),
já habituado
a trabalhar
com motores
monocombustíveis,
não é
necessário
treinamento
extra para
dar
manutenção
em um motor
bicombustível.
Em termos de
equipamentos
a oficina
precisa
apenas
atualizar o
programa de
diagnóstico
eletrônico
do motor.
7
-
No frio
Os carros
bicombustíveis
ainda são
dotados do
tanquinho de
gasolina
(sistema de
partida
frio) para
ajudar o
motor (no
caso do
carro estar
abastecido
só com
álcool) a
pegar nas
manhãs mais
frias. A
partir do
próximo ano,
o tanquinho
será
eliminado
com o
aperfeiçoamento
do sistema.
8
-
Mistura
Algumas
oficinas e
concessionárias
recomendam o
abastecimento
"meio a
meio" de
gasolina e
álcool. Isto
não é
necessário,
o motorista
faz as
contas,
analisa qual
combustível
prefere e
pode sempre
abastecer só
com um
deles. Não
há
necessidade
de usar 50%
de álcool,
50% de
gasolina.
fonte: Alfapress
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