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Conheça o
esportivo
Jetta que
estréia no
Brasil em
setembro
publicado em 06/08/2006
Um automóvel
disposto a
alterar
todas as
referências
de
esportividade,
tecnologia,
sofisticação,
segurança e
conforto do
mercado
brasileiro.
Esse é o
Volkswagen
Jetta,
equipado com
o moderno
motor de 5
cilindros,
2,5 litros e
150 cv de
potência e
transmissão
automática
Tiptronic de
seis
marchas, que
chega ao
Brasil para
reforçar
ainda mais a
atuação da
Volkswagen
no segmento
de sedãs
médios de
luxo. Esse
mercado
apresentou
um bom
crescimento
nos últimos
anos e, só
em 2005,
respondeu
por quase 6%
do total das
vendas no
País.
Com a
chegada do
Jetta, a
Volkswagen
realça seu
leque de
ofertas de
carrocerias
três
volumes, que
já é
composta
pelos
modelos Polo
Sedan, Bora
e Passat.
O Jetta que
o consumidor
brasileiro
passa a
conhecer a
partir de
setembro de
2006, quando
o modelo
fará sua
estréia
efetiva no
mercado
nacional, é
produzido na
planta de
Puebla, no
México. Ele
está na sua
quinta
geração e
foi
apresentado
oficialmente
ao público
em janeiro
de 2005
durante o
Salão do
Automóvel de
Los Angeles,
nos Estados
Unidos.
Mais de
2,2 milhões
de unidades
vendidas
Aliás, é em
território
norte-americano
que o Jetta
encontra seu
maior
sucesso,
pois, desde
seu
lançamento,
em 1980,
acumulou
vendas de
2,2 milhões
de unidades,
o que
representa
40% das
vendas da
Volkswagen
naquele
país. É o
melhor
resultado de
um modelo
importado
nos Estados
Unidos. "O
mercado
norte-americano
é o maior e
um dos mais
exigentes do
mundo. O
êxito do
Jetta prova
a qualidade
do veículo.
Essa nova
geração foi
muito bem
aceita pelo
público
presente no
salão em Los
Angeles",
afirma
Kakinoff.
"Não tenho
dúvidas que
o brasileiro
também
acolherá bem
o modelo",
prevê,
lembrando
que o
posicionamento
de preços do
novo sedã,
que ocupará
uma lacuna
entre o Bora
e o Passat,
deverá
contribuir
para
alavancar o
sucesso nas
vendas.
Com porte
adequado à
proposta a
que se
destina, o
Jetta possui
4.554 mm de
comprimento
- ou 182 mm
maior que a
geração
anterior.
Sua largura
é de 1.781
mm, o que se
traduz na
segunda
maior de sua
categoria.
Esse dado
caracteriza,
inclusive, o
elevado
espaço para
ombros do
banco
traseiro do
carro, onde
três adultos
acomodam-se
com extrema
facilidade.
Já o
porta-malas,
com
capacidade
para 527
litros,
possui a
façanha de
ser um dos
maiores de
seu
segmento.
Conjunto
motor/câmbio
garante
pitadas
esportivas
Uma das
grandes
características
do Jetta é
sua receita
mecânica. "O
carro
contempla
vários
estilos de
pilotagem,
que vão
desde a
tocada mais
branda, como
convém a um
sedã de
luxo, até o
prazer ao
dirigir de
um autêntico
esportivo",
sugere
Kakinoff. O
motor do
Jetta será,
certamente,
um dos
grandes
diferenciais
do sedã em
um segmento
que é
competitivo,
mas carente
de uma
receita mais
apimentada
de
desempenho.
O propulsor
de 2.480 cm3
- a maior
cilindrada
dentre seus
concorrentes
- é montado
transversalmente,
possui cinco
cilindros e
vinte
válvulas,
com duplo
comando no
cabeçote com
sistema de
fluxo
cruzado
(admissão de
um lado e
escape do
outro). Essa
característica
acentua a
fluidez
dinâmica dos
gases,
aperfeiçoando
seu
funcionamento
e elevando
rapidamente
a obtenção
de potência
e torque.
Tanto que
rende 150 cv
a 5.000 rpm
de potência
máxima e 228
Nm (23,27
kgfm) a
3.750 rpm de
torque
máximo.
Além de
garantir uma
das maiores
potências de
seu
segmento, o
Jetta possui
uma alto
valor de
torque
máximo, que
é obtido em
uma faixa
intermediária
de rotações
(3.750 rpm).
Segundo João
Alvarez,
gerente
executivo de
Powertrain
da
Volkswagen
do Brasil,
"a vantagem
do Jetta em
relação aos
rivais
consiste na
entrega de
um alto
torque já
desde as
baixas
rotações",
explica.
Esse
temperamento
acentua a
boa marca de
aceleração
de 0 a 100
km/h do
Jetta, feita
em 9,6
segundos, a
melhor
performance
entre seus
competidores.
A velocidade
máxima é
limitada
eletronicamente
em 205 km/h.
Mas é no
câmbio de
seis marchas
- todos os
adversários
do Jetta
possuem
transmissões
de 4 ou 5
velocidades
- que o sedã
mexicano
revela seu
dote
esportivo.
"Quando o
motorista
está acima
de 100 km/h
em uma
rodovia de
mão dupla e
pisa fundo
para
realizar uma
ultrapassagem,
os outros
carros
reduzem de
5ª para 4ª,
ou de 4ª
para 3ª.
Como as
relações de
transmissão
são longas,
a manobra é
mais lenta.
Já o Jetta,
neste mesmo
exemplo, por
ter melhor
escalonamento
em função
das relações
mais curtas,
reduz de 6ª
para 4ª ou
3ª,
garantindo
uma
ultrapassagem
bem mais
rápida",
explica
Alvarez.
Tecnologia
Por ter
uma elevada
tecnologia,
o motor
possui um
cérebro
eletrônico,
coordenado
pelo CAN (Control
Area Network),
que controla
eletronicamente
o torque e o
consumo de
combustível,
recebendo
dados tanto
da ECU
(central
eletrônica
que gerencia
o
funcionamento
do motor)
quanto da
TCU (central
eletrônica
da
transmissão).
Isto é: o
motorista
sempre terá
à disposição
uma
"receita"
ideal
calculada
pelo motor
para obter o
maior
rendimento e
o menor
consumo e
emissão de
poluentes.
O sistema de
gerenciamento
é ordenado
inicialmente
pela carga
de
aceleração
imposta pelo
motorista ao
pedal do
acelerador.
Como a ECU e
a TCU ficam
solidariamente
conectadas
através do
CAN e trocam
informações
a todo
momento, o
resultado é
a garantia
de um rodar
suave e
econômico
para quem
acelera
pouco, mas
também de
respostas
agressivas e
imediatas
quando se
pretende
guiar com
esportividade.
Suspensão
independente
corresponde
em qualquer
situação
Conforme
observação
realizada
pela
Volkswagen
na pesquisa
com
potenciais
clientes, a
dirigibilidade
é um dos
pontos mais
exigidos
pelos
compradores
desse
segmento.
Neste caso,
a receita
adotada pelo
Jetta tende
a agradar em
cheio. Até
para
corresponder
aos dotes
esportivos,
o sedã
possui
suspensão e
chassi
diferenciados.
Na parte
dianteira, a
suspensão é
a já
tradicional
MacPherson.
Já a
traseira tem
a nova
suspensão
independente
Multilink,
composta por
braços
múltiplos, e
molas/amortecedores
que absorvem
e minimizam
os impactos
das rodas
com as
imperfeições
do piso,
reduzindo
consideravelmente
as vibrações
dentro do
habitáculo.
"A vantagem
do sistema
multilink é
permitir que
o conjunto
roda/pneu
tenha a
máxima
aderência
possível com
o solo,
mesmo em
condições
críticas de
esforço,
como numa
curva
acentuada.
Os diversos
braços da
Multilink
impedem que
se altere a
geometria, o
que garante
sempre o
contato com
o piso e,
conseqüentemente,
aderência e
estabilidade",
esclarece
José
Loureiro,
gerente
executivo de
Engenharia.
Outra
característica
importante é
a adoção de
barra
estabilizadora
não só na
dianteira,
mas também
na suspensão
traseira.
Não bastasse
o intenso
trabalho da
Engenharia
em criar um
sistema de
suspensão
tão eficaz,
a ótima
performance
do Jetta
também pode
ser
atribuída ao
elevado
índice de
rigidez
torcional da
carroceria,
que conta
com a
armação
através de
soldas a
laser, e
aumentou 15%
em relação à
geração
anterior.
"Esse
benefício
aliviou
também o
trabalho nas
suspensões.
Como a
carroceria
deforma-se
muito pouco,
mesmo em
situações
adversas,
isso
possibilita
que se adote
cargas de
molas e
amortecedores
mais macias
e garanta,
em suma,
baixos
níveis de
ruídos e
vibrações e
ótimo
rendimento
dinâmico",
acentua
Loureiro.
Design
destaca-se
pela
modernidade
O Jetta é um
modelo que
chama
atenção em
qualquer
lugar por
onde passa.
Mas não por
conter um
design
opulento em
cromados ou
frisos. O
Jetta
apresenta,
sim, design
moderno,
arrojado e
esportivo,
mas que
segue o DNA
da
Volkswagen.
"Ele
continuará
atraente
dentro de
alguns anos,
justamente
por não
cometer
excessos. Dá
para notar,
porém, a
arte na
escultura da
superfície,
que contém
um itenso
trabalho do
designer em
cada detalhe
da
carroceria",
comenta
Gerson
Barone,
gerente de
Design &
Package da
Volkswagen
do Brasil.
Como tem
acontecido
com todos os
novos
modelos da
Volkswagen,
o desenho do
veículo
segue a
identidade
visual da
marca. A
grade do
radiador é
cromada e em
forma de V,
que se
estende do
spoiler até
a coluna "A"
(base do
pára-brisa),
e confere ao
Jetta uma
aparência
bastante
robusta. Já
o formato
dos faróis
lembra um
trapézio com
as pontas
bem
arredondadas.
O duplo
refletor,
além da
função
pragmática
de ampliar a
luminosidade,
assegura um
"olhar" mais
atraente à
dianteira do
carro.
A traseira
incorpora
elementos
circulares e
vasta
tecnologia.
As
lanternas,
por exemplo,
são feitas
com
tecnologia
LED (Light
Emitting
Diode), ou
diodo
emissor de
luz, que
proporciona
melhor
efeito
estético e
maior
durabilidade.
Elas estão
divididas em
duas partes,
nos limites
da lateral
do veículo e
dentro da
área do
porta-malas.
O formato
mistura
elementos
retangulares
e
circulares,
criando uma
visual
bastante
moderno.
Porém, a
forma
lateral do
Jetta acaba
sendo o
ponto de
equilíbrido
do modelo.
Não tem
molduras
laterais e
remete a um
estilo
clássico, o
que não pode
faltar num
sedã. Os
dois
desenhos de
rodas de
liga-leve
(16", pneus
205/55, ou
17", pneus
225/45)
completam o
conjunto
lateral do
veículo.
O sedã
mais seguro
de sua
categoria
Se o
consumidor
considerar a
clássica
definição de
segurança,
que se
reparte
entre ativa
(tenta
evitar o
acidente) e
passiva
(procura
minimizar as
conseqüências),
a entrega de
recursos do
Jetta é
amplamente
favorável
dentro do
seu
segmento.
Ele cumpre
muito bem os
dois
requisitos.
Na segurança
ativa, o
destaque
surge na
combinação
entre alto
desempenho e
tecnologia
empregada
nas
suspensões,
o que
garante um
rodar seguro
mesmo em
tocadas mais
esportivas.
Dotado de
freios com
ABS e EBD, o
Jetta possui
também disco
ventilado
nas rodas
dianteiras e
sólidos nas
traseiras, o
que, em
conjunto,
permitem
frenagens
sempre
seguras e
sem desvios
de
trajetória.
A
assistência
eletrônica
também
aparece nas
curvas
através do
ASR e ESP
(controle
eletrônico
de tração e
estabilidade),
capaz de
corrigir e
evitar que
as rodas
patinem ou
eventuais
derrapagens
por excesso
de
velocidade
ou piso
escorregadio.
Nenhum outro
modelo desse
segmento
possui esse
importante
recurso.
Também de
olho na
segurança, o
novo sedã
tem direção
Servotronic,
a mesma do
Passat, que
tem
assistência
elétrica e
regime de
funcionamento
progressivo,
ou seja, vai
"endurecendo"
conforme o
aumento da
velocidade
do carro, o
que melhora
o controle
direcional
em altas
velocidades.
Na segurança
passiva, o
principal
destaque é a
presença de
airbags
frontais e
laterais,
além dos
tipo
"cortina",
que compõem
um total de
seis bolsas
infláveis. O
interior do
veículo
ainda conta
com encostos
de cabeça e
cintos de
segurança de
três pontos
para os
cinco
ocupantes.
Acabamento
interno e
itens de
conforto
Outro
destaque do
Jetta é a
grande
variedade de
itens de
série. O
conjunto de
equipamentos
procura
garantir
maior
segurança,
conforto e
prazer ao
dirigir. É o
único modelo
do segmento
que vem de
série com
ar-condicionado
2-zonas, ou
seja, o
motorista e
o passageiro
do banco da
frente podem
controlá-lo
individualmente.
O consumidor
do Jetta
também
encontrará
requinte e
sofisticação
no interior
do veículo,
que foi todo
projetado
para criar
um ambiente
agradável.
Os materiais
utilizados
nos bancos,
painel,
portas e
porta-objetos
são de alta
qualidade.
No caso do
banco, ele
vem de série
com tecido
aveludado e
de couro
como item
opcional
(bege e
atracito).
As cores
predominantes
são o preto
e o cinza
com detalhes
cromados (no
caso da
opção por
couro bege,
as cores
preferenciais
mudam para
preto e
bege). O
console
central
integra um
descansa-braços.
Merecem
destaque
também a
presença de
dez
alto-falantes,
além do
CD-player
com MP3 e
acumulador
de seis CD´s.
O volante é
multifuncional
em couro,
com
controles
para rádio e
computador
de bordo. Na
alavanca de
setas
direcionais,
à esquerda
da coluna de
direção, há
o útil
sistema de
controle de
velocidade,
também
chamado de
piloto
automático.
Há um
sistema no
Jetta que
controla o
desgaste das
pastilhas de
freio,
faróis
halógenos
com luzes
indicadoras
de direção
integradas
(o pisca
também está
instalado
nos
retrovisores)
e o limpador
de
pára-brisa
com spoiler
"aero wisher",
proporcionando
melhor
limpeza e
facilitando
a
visibilidade
em dias
ruins.
O consumidor
do Jetta
também pode
escolher
alguns itens
opcionais,
entre eles
teto-solar
com
acionamento
elétrico,
faróis
bi-xênon com
lavador
elétrico,
aquecimento
individual
para os
bancos,
cortina de
proteção
solar
traseira e
sensor de
estacionamento.
O modelo vem
para o
Brasil em
oito cores
disponíveis:
Preto Ninja,
Branco
Campanella,
Prata Reflex,
Azul
Antilhas,
Verde
Nórdico,
Cinza
Platino,
Bege Trigo e
Azul
Grafite.
A presença
de
porta-objetos
é outro item
quase que
obrigatório
neste
segmento de
mercado.
Entre todos,
pode-se
destacar o
porta-óculos
integrado no
console
superior,
porta-garrafas
nas portas
dianteiras,
ganchos
integrados
nas colunas
B e no
porta-malas
e luzes de
leitura
independentes.
fonte: Volkswagen
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