Carro do
futuro não
tem
limpador de
pára-brisas!
publicado em
25/06/2008
Preços de Equipamentos Eletrônicos
O
carro-conceito
Fioravanti
Hidra foi
apresentado
no Salão de
Genebra
deste ano,
tendo um
detalhe que
pode ter
passado
desapercebido
pelos
visitantes:
não tem o
limpador de
pára-brisas.
Repelente
de água
O
veículo
adotou um
vidro
especial que
repele a
água
utilizando
os conceitos
da
nanotecnologia,
a revolução
microscópica
que permite
manipular
átomos e
moléculas
para criar
dispositivos
inteligentes
com
aplicações
na mais
diversas
áreas como
medicina,
eletrônica,
química e
biologia.
Como é
feito?
O
pára-brisas
é feito com
um vidro
especial com
quatro
tratamentos
superficiais
que alteram
suas
características
em nível
molecular. A
camada mais
externa, que
entra em
contato com
o ar, é
feita de
dióxido de
titânio.
Além de
servir como
filtro
solar, seu
principal
efeito é
tornar o
vidro
hidrofóbico,
ou seja,
capaz de
repelir a
água.
Circuito
elétrico
transparente
A
segunda
camada opera
nas
extremidades
do vidro,
expulsando a
poeira
acumulada à
medida em
que o vento
retira o pó
que cai
sobre toda a
área do
pára-brisas.
Os eletrodos
são ativos,
agindo
eletrostaticamente
a partir da
ativação
pelos
sensores
instalados
na terceira
camada.
Por último,
a quarta
camada é na
verdade um
circuito
elétrico
transparente,
capaz de
conduzir a
energia
necessária
para
alimentar os
sensores da
terceira
camada e
ativar a
segunda.
Potencial
da
nanotecnologia
Este é
só um
exemplo do
uso
nanotecnologia
aplicada ao
mundo
automotivo.
Mas, só para
ter uma
idéia de uso
na medicina:
imagine um
dispositivo
microscópico
aplicado ao
nosso corpo
que elimina
o colesterol
ruim como um
vírus.
Fonte:
Inovação
Tecnológica
Texto:
Equipe
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