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Avaliação
do New
Civic:
elegância,
esportividade
e nova
motorização
publicado em
30/07/2006
Oitava
geração
passa por
evolução
total e
apesar de
ser o mesmo
carro
produzido em
11 países,
ganha
características
brasileiras,
destacando
mais
esportividade,
elegância e
motorização.
Equipe da
Mecânica
Online
conferiu de
perto todos
os detalhes
e mostra
para você o
que mudou no
Honda Civic.
A avaliação
e a
reportagem
foi feita
por Tarcísio
Dias,
gerente de
conteúdo do
site
Mecânica
Online
e Membro da
ABIAUTO -
Associação
Brasileira
de Imprensa
Automotiva.
Em 1992 o
Honda Civic
começa a ser
importado
para o
Brasil
passando em
1997 a ser o
primeiro
modelo
produzido na
fábrica da
Honda em
Sumaré, São
Paulo. Após
sete
gerações
conhecemos o
New Civic,
um modelo
que também
celebra os
35 anos de
estabelecimento
da marca
Honda no
Brasil,
mantendo sua
constância
de
introdução
de
tecnologia
em cada novo
mercado
conquistado.
Rasgando
o vento com
facilidade
Foi assim
que o
vice-presidente
da Honda
Brasil,
Kazuo Nozawa,
definiu as
novas
características
de design do
New Civic.
As linhas
esportivas
permitem uma
redução no
coeficiente
de
penetração
aerodinâmica,
quando
comparada
com a sétima
geração
(2001-2005).
A equipe de
desenvolvimento
focou o
trabalho na
análise da
aerodinâmica
inferior, o
chamado "undercar",
assim,
spoiler
dianteiro,
áreas de
proteção do
motor,
revestimentos
da caixa de
rodas e
pára-choque
traseiro
foram
desenhados
com o
objetivo de
diminuir a
turbulência
do ar.
Nas
características
nacionais
destaque
para as
lentes
transparentes,
antena de
teto,
volante de
três raios -
enquanto no
modelo
norte-americano
possue dois
raios, ABS e
EBD em todas
as versões e
freios a
disco nas
quatro
rodas, e
claro, para
ultrapassar
nossas
estradas, a
suspensão
também
recebeu uma
calibração.
Na hora da
viagem o
motorista
deve ficar
atento, pois
o
porta-malas
teve o
volume
reduzido
para 380
litros, mas
permanece a
possibilidade
de rebater
os bancos
traseiros.
Versões
Já
disponível
nas
concessionárias,
o New Civic
será
oferecido em
quatro
versões: EXS
exclusivamente
com câmbio
automático e
que também
permite a
troca de
marchas na
forma
seqüencial -
sistema
paddle shift
(borboletas)
que eleva a
marcha
quando a
alavanca do
lado direito
(o mesmo
lado do
acelerador,
para
facilitar a
adaptação do
motorista) é
acionada,
enquanto
pelo lado
esquerdo as
marchas são
reduzidas.
Disponível
também as
versões LXS
e LXS com
couro, ambas
com a nova
transmissão
automática
de cinco
velocidades
ou manual, e
a versão LX,
exclusivamente
automática e
voltada para
portadores
de
deficiência
física.
Todas vêm
equipadas
com rodas de
liga leve de
16 polegadas,
cinco raios
e pneus
205/55. Na
versão LXS
as rodas
receberam
uma pintura
prata,
enquanto na
EXS o
acabamento é
espelhado e
raios duplos
permitem que
sejam vistos
os discos e
os cálipers
de freio.
Ainda na
versão EXS
as maçanetas
das portas
receberam um
friso
cromado,
mesmo
tratamento
da ponteira
do
escapamento.
O aspecto
esportivo
também pode
ser
evidenciado
com os
faróis de
neblina que
foram
instalados
na entrada
de ar do
pára-choque
dianteiro,
além dos
retrovisores
dobráveis
que contam
com aviso
luminoso de
mudança de
direção.
Interior
futurista
com soluções
inéditas
Andar no
banco
traseiro do
New Civic
está ainda
mais
confortável.
Durante
nossa
avaliação
constatamos
que o
aumento
entre-eixos
de 80 mm e
de 37 mm na
largura,
além da
manutenção
do assoalho
traseiro
plano,
permitiram
mais espaço
no
habitáculo,
onde
motorista e
passageiros
podem
sentir-se
bem melhor.
Durante a
criação do
interior do
New Civic
foram
estabelecidas
premissas
que
privilegiaram
a ergonomia,
o conforto e
a segurança,
sem perder o
foco na
inovação
funcional. O
habitáculo
foi batizado
de Multiplex,
em razão das
múltiplas
possibilidades
de regulagem
ergonômicas
para os
ocupantes.
É bem
iluminado e
convidativo,
resultado da
combinação
de cores e
da qualidade
dos
materiais
empregados
no
acabamento.
Um ambiente
acolhedor,
agradável ao
tato, que
sugere
refinamento
e bom gosto.
Facilidade
de acesso
aos
comandos,
manejo
sensível ao
tato, boa
empunhadura
e ordenação
dos comandos
de maneira
lógica são
alguns dos
recursos
empregados.
Por meio de
suaves
toques
acionam-se a
regulagem do
volante, a
alavanca de
câmbio de
engates
curtos, a
nova
alavanca do
freio de
estacionamento
e os
controles de
climatização
e de áudio,
todos de
fácil
operação.
Tratada a
acústica do
interior,
foi definido
como
equipamento
original de
fábrica,
incorporado
ao design do
painel, um
sistema de
áudio de
alta
qualidade.
Em todas as
versões, o
CD player
possui o
recurso SVC
(Speed
Volume
Control),
que ajusta o
volume em
conformidade
com a
elevação de
velocidade,
e reconhece
arquivos de
áudio
gravados nos
formatos MP3
e WMA
(Windows
Media Audio).
Segundo o
engenheiro
responsável
na área de
desenvolvimento
de novas
tecnologias
da Honda,
Alexandre
Cury, com a
instalação
de
absorvedores
de ruídos, o
modelo ficou
mais
silencioso
que a versão
anterior na
ordem de
redução de 5
dB.
O New Civic
EXS possui
ainda dois
tweeters
acrescidos
aos quatro
alto-falantes
de série na
versão LXS,
além de CD
changer
embutido
para até
seis discos.
A antena foi
instalada na
parte
traseira do
teto com a
proposta de
reforçar o
aspecto
esportivo do
modelo.
Inédito
painel de
instrumentos
em dois
níveis
A Honda
coordenou
pesquisas
que
revelaram as
condições
ideais de
visibilidade
dos
instrumentos
- para que o
motorista
interprete
dados com
mais rapidez
e sem
desviar a
atenção da
pista. As
conclusões
levaram à
criação do
inédito
painel em
dois níveis.
Ficou
estabelecido
que um campo
superior,
mais próximo
do
pára-brisa,
concentraria
informações
primárias
por meio de
leitura
digital, que
encurta o
tempo de
interpretação.
A escolha do
tamanho dos
números do
velocímetro
obedeceu a
critérios
ópticos para
fácil
visualização.
Marcam uma
variação
precisa, a
cada 1 km/h,
e estão
acompanhados
dos
medidores de
combustível
e
temperatura
do motor. No
campo
inferior
estão
conta-giros,
hodômetro
digital, os
avisos
luminosos,
indicador da
marcha
engatada
pelo câmbio
automático
e, no caso
da versão
EXS,
indicador de
temperatura
externa.
O painel é
iluminado em
azul anil
por meio da
tecnologia
LED, de
maior
definição
visual,
sobretudo
para os dias
de intensa
luminosidade.
Contribui
para
melhorar a
percepção
pelo
motorista e,
com o
contraste
proporcionado
pelo
grafismo
branco,
permite uma
leitura
dinâmica,
favorecida
por cores
que não
cansam ou
agridem os
olhos. A
alavanca do
freio de
estacionamento
também foi
reprojetada,
obedecendo a
novos
critérios
ergonômicos.
Com formato
em “Z”,
agora ocupa
menos espaço
no console,
está alocada
ao lado da
alavanca de
câmbio e
exige menor
esforço para
o
acionamento.
A
esportividade
se faz
presente no
diâmetro do
volante de
360 mm, nos
ajustes, na
empunhadura
e no sistema
de mudança
de marchas.
Multi-ajustável,
suas
regulagens
de altura
(40 mm) e
profundidade
(35 mm)
permitem
acomodar
motoristas
de
diferentes
estaturas e
estilos de
dirigir. O
volante é
sustentado
por três
hastes e
revestido em
couro em
todas as
versões.
Recebe
pintura
titânio na
versão LXS e
prata na EXS,
que traz
comandos do
sistema de
áudio e do
piloto
automático.
À esquerda,
o motorista
opta pelo
rádio ou o
CD player,
altera as
faixas ou as
estações e
controla o
volume. Por
meio dos
comandos à
direita o
piloto
automático é
acionado ou
desligado.
Na mesma
versão EXS a
esportividade
é ressaltada
pelas trocas
seqüenciais
das marchas
através de
alavancas
atrás do
volante, uma
novidade
entre os
automóveis
nacionais.
Nova
geração de
motores
O New Civic
chega com
uma nova
geração do
i-VTEC
(Controle
Eletrônico
Variável de
Sincronização
e Abertura
das
Válvulas)
agora em
todas as
versões.
O quatro
cilindros
SOHC com 1.8
litro de
deslocamento
produz
excepcionais
140 cv a
6.300 rpm e
17,7 kgf.m
de torque a
4.300 rpm.
Bloco,
cabeçote e
cárter são
construídos
em alumínio,
reduzindo
tanto o peso
total do
conjunto -
além de
auxiliar na
dissipação
de calor –
como o
consumo de
combustível.
Nada de
correia
dentada. O
novo motor
conta com
corrente,
não havendo
necessidade
de troca.
A
motorização
conta com
controle
eletrônico
do
acelerador,
que
substitui o
cabo de aço
convencional
e otimiza a
aceleração,
tornando-a
mais rápida,
precisa e
também
contribuindo
para menor
consumo.
Outro
destaque do
propulsor é
o IMT -
Coletor de
Admissão
Variável,
que fornece
um aumento
de torque
tanto em
baixas e
médias, como
em altas
rotações. As
passagens
longa e
curta são
alteradas de
acordo com a
abertura ou
fechamento
das quatro
válvulas
(borboletas)
instaladas
dentro do
coletor de
admissão.
Por fim,
foram
adotados
ainda
injetores de
óleo para a
refrigeração
dos pistões
(pino e
“saia”), um
refinamento
geralmente
encontrado
apenas em
motores de
alto
desempenho.
Para atender
à legislação
de isenção
de imposto
para
portadores
de
deficiência
física, a
Honda
apresenta a
versão LX,
equipada com
câmbio
automático e
o motor
i-VTEC 1.8
limitado
eletronicamente
aos 125 cv
permitidos
por lei.
Transmissão
A
transmissão
automática
de cinco
velocidades,
disponível
em todas as
versões de
acabamento,
possibilita
uma
dirigibilidade
descontraída
em razão do
sistema
Grade Logic
Control, que
gerencia
eletronicamente
a escolha da
marcha mais
apropriada a
cada
situação. O
New Civic
EXS vem
equipado de
série com o
sistema de
trocas
seqüenciais
S-Matic. Ao
engatar a
alavanca no
modo “Sport”
a seleção
das marchas
é
transferida
ao paddle
shift, atrás
do volante,
como nos
carros de
Fórmula 1,
sendo
bastante
simples a
condução
através
desse modo..
A
transmissão
incorpora
também um
conversor de
torque
controlado
eletronicamente,
que engata
de forma
automática
marchas
reduzidas
quando
identifica
maior
esforço em
uma subida
ou retenção,
durante uma
descida.
Para
auxiliar o
controle
pelo
motorista, a
seleção
feita na
alavanca é
exibida no
painel de
instrumentos.
Já a
transmissão
manual,
também de
cinco
velocidades,
evoluiu com
engates mais
curtos e
precisos,
transmitindo
sensação de
maior
esportividade.
Foi
reprojetada
para atender
plenamente
às
solicitações
do novo
motor, mais
potente, e
auxiliar com
o máximo
aproveitamento
do torque,
disponível
por meio de
um
escalonamento
adequado.
Foi obtida
uma
significativa
diminuição
no nível de
fricção, o
que eleva,
por sua vez,
a
durabilidade.
A alavanca
de design
ergonômico
tem detalhes
na cor
alumínio.
Suspensão
As
suspensões
independentes
nas quatro
rodas contam
com um
excepcional
conjunto. Na
dianteira
foi adotado
o consagrado
sistema
McPherson,
porém, com
nova
geometria
que aumenta
a aderência
dos pneus e
proporciona
mais
estabilidade.
A solução
escolhida
para a
traseira é o
sistema
multi-braço
double
wishbone, o
mais
avançado
disponível,
que ocupa
pouca área e
permite
otimizar a
distribuição
do espaço
interno.
Barras
estabilizadoras
dianteira e
traseira
potencializam
ainda mais o
comportamento
dinâmico,
controlando
precisamente
a inclinação
da
carroceria
nas curvas e
mantendo a
estabilidade
em trechos
sinuosos.
Destaque
também para
a
articulação
do eixo
traseiro que
agora é
desenvolvido
em alumínio.
Contribui
para o
melhor
desempenho o
sistema de
direção com
assistência
hidráulica
progressiva,
que em
velocidades
elevadas
reduz a
sensibilidade
excessiva
aos
movimentos.
Com um raio
de giro de
5,25 m, de
batente a
batente, as
manobras são
facilitadas
em espaços
apertados,
principalmente
em
estacionamentos
e garagens
de prédios.
Técnica e
manutenção
Na
apresentação
técnica
desenvolvida
pelo
engenheiro
Alexandre
Cury, o
destaque
ficou para a
fluidez de
movimentos
através do
conceito
Advance
Personal
seguido pela
área de
engenharia e
desenvolvimento
de produto
da Honda. Os
limpadores
que passam a
contar com
movimentos
opostos
(braços
opostos),
mas um único
motor. O
pedal do
acelerador
que funciona
tipo
"órgão",
lembrando o
funcionamento
do velho
pedal do
Fusca.
No torque,
80% já
encontra-se
disponível
na faixa de
rotação de
2000 rpm.
Foram também
desenvolvidos
injetores de
óleo na saia
do pistão e
também no
pino, o que
acontece
normalmente
em motores
de alto
desempenho,
permitindo
melhor
refrigeração
do sistema.
A taxa de
compressão
da oitava
geração
aumentou,
ficando em
9,9:1. A
transmissão
que agora
conta com
cinco
velocidades
permitiu um
melhor
escalonamento
das marchas,
tornando-se
mais suave e
reduzindo
bastante as
vibrações.
Manutenções
começam a
partir dos
10 mil
quilômetros.
O óleo é o
mineral
desenvolvido
exclusivamente
pela Texaco
para os
veículos da
Honda.
Segurança
aprimorada
À
primeira
vista, a
área
envidraçada
substancialmente
superior é o
recurso de
segurança
mais
evidente na
nova
geração.
Somente no
pára-brisa,
a superfície
visual
cresceu 17%
sobre o seu
antecessor,
tendo
avançado
25,9 cm
sobre o
compartimento
do motor.
Essa mudança
permitiu
criar um
ângulo de
inclinação
de 23,9°
(menos 7,2°
comparado
com a
geração
anterior),
refletindo
em mais
espaço e
melhor
coeficiente
de
penetração
aerodinâmica.
Soma-se a
isso a
janela
lateral
extra entre
a porta
dianteira e
a coluna A,
normalmente
encontrada
em
monovolumes,
que
acrescenta
um
significativo
campo visual
periférico.
O vidro da
janela do
motorista
possui, em
todas as
versões, o
recurso
anti-esmagamento
e
levantamento
automático
“Auto”.
Outro
importante
aspecto para
melhorar a
visibilidade
são as
lâminas
planas de
borracha que
se
movimentam
em sentidos
opostos e
cobrem uma
extensão
maior que a
dos
limpadores
convencionais.
Plataforma
Compacta
Global
O New
Civic foi
construído
sobre uma
versão
totalmente
nova da
Plataforma
Compacta
Global, que
em caso de
colisão
dianteira
distribui a
energia
cinética
pela
estrutura de
deformação
programada,
se adaptando
ao porte do
outro
veículo
envolvido. A
estrutura da
carroceria,
incluindo
travessas,
arcos e
quadro
estrutural
do assoalho,
é fabricada
em aço de
alta
resistência,
o que além
da sensível
melhora na
segurança
passiva
aumenta a
rigidez
torcional,
35% maior
que na
geração
anterior,
apesar da
elevação na
distância
entre-eixos.
Também foram
adotados
novos
membros
superiores e
inferiores
na estrutura
frontal, que
melhoram a
dispersão de
energia e a
direcionam
de modo a
evitar o
habitáculo.
Barras de
proteção
lateral
embutidas
nas portas
também
dificultam a
intrusão no
interior do
veículo,
evitando
lesões mais
severas aos
ocupantes.
Há também um
compromisso
com a
segurança
dos
pedestres e,
para isso, a
superfície
do capô foi
desenvolvida
para se
deformar e
minimizar
impactos de
um eventual
atropelamento.
De série,
todas as
versões
agora vêm
equipadas
com freios a
disco nas
quatro
rodas, ABS e
EBD (Electronic
Brake
Distribution),
sistema que
calcula e
distribui a
pressão
apropriada a
cada roda em
frenagens
severas,
evitando seu
travamento e
mantendo a
dirigibilidade.
Um pacote
completo em
tecnologia
de frenagem,
que oferece
mais
segurança em
todas as
versões. Se
a colisão
for
inevitável,
airbags
frontais (SRS)
em conjunto
com os
cintos de
segurança de
três pontos
para os
cinco
ocupantes
evitam
impactos
contra as
superfícies
internas do
veículo.
Lista de
preços
Os
preços de
todas as
versões são:
LXS com
câmbio
manual – R$
59.600,00 -
LXS com
câmbio
automático –
R$ 64.200,00
LXS com
câmbio
manual e
bancos
revestidos
em couro –
R$ 61.100,00
LXS com
câmbio
automático e
bancos
revestidos
em couro –
R$ 65.700,00
EXS (câmbio
automático)
– R$
77.600,00
Todos os
valores
acima são
sugeridos
pela fábrica
para as
regiões Sul,
Sudeste e
Centro-Oeste.
Incluem
frete e
pintura
metálica ou
perolizada.
Visite o
site do
Centro de
Treinamento
da Mecânica
Online:

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